sábado, 9 de agosto de 2014

Game of Thrones: comparando série da HBO com os livros



Em 1996, o autor norte-americano George R. R. Matin publicou o livro A Game of Thrones (A Guerra dos Tronos), o primeiro da série de fantasia medieval A Song of Ice and Fire (As Crônicas de Gelo e Fogo).
                Em 17 de abril de 2011, o canal HBO, da TV a cabo, exibe o primeiro episódio da adaptação da obra nos Estados Unidos, que até hoje alcança grande número de audiência, inclusive no Brasil, estrelando renomados atores como Peter Dinklage (no papel de Tyrion Lannister), Emilia Clarke (no papel de Daenerys Targaryen), Kit Hatington (no papel de Jon Snow), entre outros.


                Quem lê a série literária e acompanha a série da HBO, que está em sua 4ª temporada, nota que nela há bastante fidelidade em relação ao enredo da estória, além da fidelidade nas características dos personagens na hora de trazê-los à “realidade”.  Outro grande destaque da adaptação é a reprodução dos cenários. Nos livros, imaginamos um ambiente bem de Idade Média — embora a estória não se passe nessa época —, desde as construções até as vestimentas das pessoas, e na TV vemos esse ambiente de uma forma espetacular devido à riqueza de detalhes, que muitas vezes não chegamos a imaginar quando lemos. As filmagens são feitas em diversos lugares além do estúdio, como Belfast, na Irlanda do Norte, Dubrovnik, Croácia, e no geleiro de Vatnajökull, na Islândia — lugar onde são feitas as cenas passadas na Muralha.
                Além de tudo isso, a série televisiva, assim como os livros, oscila entre a ação, o mistério, a comédia, e até mesmo entre o “para maiores de 18 anos”. É produzida por Bernadette Caulfield, Frank Doelger, David Benioff, D. B. Weiss, e pelo nosso queridíssimo autor  George R. R. Martin. A HBO também investiu em uma potência de efeitos visuais feitos em computadores que realmente impressiona.
                Então, assistir Game of Thrones é um complemento (ótimo complemento) para quem lê a série literária. Com livros, temos a fantástica peculiaridade do jeito de escrita de George R. R. Martin, bem descritiva e com personagens “humanos” — isso quer dizer que os personagens agem como pessoas normais, ou seja, ninguém é completamente bonzinho e ninguém é completamente malvado, assim como nós —, e na TV nos deparamos com o espetáculo que é toda a produção de cada cena, que é como um presente para os fãs tanto dos livros quanto da adaptação.


Joe Arthur

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